Não há, em lugar algum, uma pessoa que não critique absolutamente nada. Não importa se são pessoas, objetos, fatos: sentimos uma necessidade quase que instantânea de julgarmos o que vemos. Mas temos de ter muito cuidado com isso, porque pior do que ser criticado é fazer algo que nós próprios criticamos.
É claro que as pessoas podem (e devem, para evoluir) mudar de ideia ao longo de suas vidas. É natural que suas concepções mudem, assim como seus gestos e a forma que encaram a vida. Facilmente, podemos condenar tudo aquilo que não nos agrada, seja pelo motivo que for, mas dificilmente somos compreensivos, porque pode soar mais bonito ter opinião sobre tudo, pode parecer que temos mais autoridade se opinarmos sobre tudo o que vemos. Mas essas opiniões precipitadas e por vezes mal formuladas podem acabar tendo o efeito oposto sobre nós.
Nenhum de nós está livre de criticar algo que futuramente teremos ou faremos em nossas vidas, mas sempre podemos ter a humildade de reconhecer que estávamos errados - é natural que as circunstâncias mudem. Porém, pior ainda do que criticarmos ignorantemente é quando defendemos aquilo que nós mesmo não fazemos, isso é nada mais nada menos do que pura hipocrisia. Defender grandes valores e ideias, criticar uma postura que nós próprios assumimos é mais do que hipócrita, é triste, pois demonstra a nossa fraqueza, a nossa impotência diante do que gostaríamos de ser e não somos.
Sei que muitas pessoas criticam e depois mudam de opinião, isso é natural e não há nada de errado com isso. Sei também que eu própria já cometi erros em relação à crítica, mas somos tão viciados em criticar tudo que é comum cometer erros - e que estou fazendo senão uma crítica à crítica? Pois bem, que assim seja então. Criticar é um hábito tão comum que é impossível tirá-lo de nossas vidas, já que estamos, a todo momento, julgando tudo o que vemos. Já que não podemos perder essa mania de julgar tudo e todos, que pelo menos não sejamos tão cruéis, tão radicais: a vida sempre muda, e um dia a crítica pode cair sobre o crítico, sempre pode. Se formos mais indulgentes para com os outros, poderemos, no futuro, sermos mais indulgentes com nós mesmos também, pois infalivelmente nos contradiremos em algum momento. Mas que a contradição seja por evolução, e não por hipocrisia - porque dela todos já estão fartos.
É claro que as pessoas podem (e devem, para evoluir) mudar de ideia ao longo de suas vidas. É natural que suas concepções mudem, assim como seus gestos e a forma que encaram a vida. Facilmente, podemos condenar tudo aquilo que não nos agrada, seja pelo motivo que for, mas dificilmente somos compreensivos, porque pode soar mais bonito ter opinião sobre tudo, pode parecer que temos mais autoridade se opinarmos sobre tudo o que vemos. Mas essas opiniões precipitadas e por vezes mal formuladas podem acabar tendo o efeito oposto sobre nós.
Nenhum de nós está livre de criticar algo que futuramente teremos ou faremos em nossas vidas, mas sempre podemos ter a humildade de reconhecer que estávamos errados - é natural que as circunstâncias mudem. Porém, pior ainda do que criticarmos ignorantemente é quando defendemos aquilo que nós mesmo não fazemos, isso é nada mais nada menos do que pura hipocrisia. Defender grandes valores e ideias, criticar uma postura que nós próprios assumimos é mais do que hipócrita, é triste, pois demonstra a nossa fraqueza, a nossa impotência diante do que gostaríamos de ser e não somos.
Sei que muitas pessoas criticam e depois mudam de opinião, isso é natural e não há nada de errado com isso. Sei também que eu própria já cometi erros em relação à crítica, mas somos tão viciados em criticar tudo que é comum cometer erros - e que estou fazendo senão uma crítica à crítica? Pois bem, que assim seja então. Criticar é um hábito tão comum que é impossível tirá-lo de nossas vidas, já que estamos, a todo momento, julgando tudo o que vemos. Já que não podemos perder essa mania de julgar tudo e todos, que pelo menos não sejamos tão cruéis, tão radicais: a vida sempre muda, e um dia a crítica pode cair sobre o crítico, sempre pode. Se formos mais indulgentes para com os outros, poderemos, no futuro, sermos mais indulgentes com nós mesmos também, pois infalivelmente nos contradiremos em algum momento. Mas que a contradição seja por evolução, e não por hipocrisia - porque dela todos já estão fartos.
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