Poeta, cronista, romancista, colunista. É como ela é geralmente descrita em seus livros, mas a verdadeira descrição dela está no conteúdo de seus livros.
Uma mulher completa. Responsável, mãe, amiga, enfim, todas essas coisas que a maioria das mulheres da idade dela são. A diferença está em como ela executa todos esses papéis.
Talvez seja por ser uma artista; e aqui, não estou usando "artista" vulgarmente, apenas para definir alguém famoso, mas sim em seu sentido literal, para definir alguém que produz arte. E convenhamos, de altíssima qualidade, no caso dela. Em suas crônicas, principalmente, Martha consegue ser bem humorada, culta, inteligente, moderna, "cool" e psicóloga, isso tudo sem ser fútil, banal, sem se achar uma garota de 16 anos (nada contra, é exatamente a minha idade) e sem dar uma de escritora de auto-ajuda que fica dizendo que há técnicas para ser confiante e essas bobagens. Não. Ela escreve sutilmente, com elegância e delicadeza. Nos indica filmes e livros, faz comentários inteligentes, dá suas opiniões sobre os mais variados assuntos, e ainda tenta nos despertar para algo que tem sido deixado de lado pela maioria das pessoas: viver.
Martha se expõe em suas crônicas sem ser vulgar nem desnecessária, apenas mostrando aos outros o que ela tem de bom e pode dividir. Isso não seria exposição, mas sim compartilhamento. Ela compartilha e mostra sua personalidade cheia de arte, cultura e vida. Nos estimula a buscarmos nossa essência e pararmos para respirar e pensar um pouco, mesmo que estejamos nessa esquizofrênia chamada "vida moderna". Nos faz parar e olhar para os outros de verdade, repararmos nas pequenas coisas, e não levar a vida tão à sério.
Eu gostaria de ler todas as suas obras, mas infelizmente ainda não tive a oportunidade. Mas agora vou seguir o exemplo da própria Martha e dar uma dica: leiam Martha Medeiros. Leiam, leiam mesmo. Trem-bala, Non-stop, Topless, Doidas e Santas, Divã, Coisas da vida, De Cara Lavada... Enfim, leiam, aprendam, comentem, indiquem.
Se você ler Trem-bala, verá que as crônicas se mantém atuais mesmo cerca de dez anos depois. Ela é como uma versão feminina de Machado de Assis, porque, apesar de terem estilos diferentes, duvido que ambos deixem de ser atuais um dia. No meu ver, ela é brilhante, irreverente e única. Uma artista não só com "A" maiúsculo, mas que poderia ser toda escrita em maiúsculas. Uma escritora que sabe ser realista e romântica, prática e poética, genial e conselheira, ou seja, completa.
Depois disso tudo, só me resta uma coisa: agradecer. Obrigada, Martha. Por existir, por se interessar por arte, por ter tido coragem de procurar uma editora um dia, por ter essa essência incrível e dividí-la com seus leitores, e instigá-los a buscar sua própria essência. Obrigada por mesmo sem saber, servir de psicóloga, amiga e professora. E por fim, parabéns Martha. Por que? Por existir.
Uma mulher completa. Responsável, mãe, amiga, enfim, todas essas coisas que a maioria das mulheres da idade dela são. A diferença está em como ela executa todos esses papéis.
Talvez seja por ser uma artista; e aqui, não estou usando "artista" vulgarmente, apenas para definir alguém famoso, mas sim em seu sentido literal, para definir alguém que produz arte. E convenhamos, de altíssima qualidade, no caso dela. Em suas crônicas, principalmente, Martha consegue ser bem humorada, culta, inteligente, moderna, "cool" e psicóloga, isso tudo sem ser fútil, banal, sem se achar uma garota de 16 anos (nada contra, é exatamente a minha idade) e sem dar uma de escritora de auto-ajuda que fica dizendo que há técnicas para ser confiante e essas bobagens. Não. Ela escreve sutilmente, com elegância e delicadeza. Nos indica filmes e livros, faz comentários inteligentes, dá suas opiniões sobre os mais variados assuntos, e ainda tenta nos despertar para algo que tem sido deixado de lado pela maioria das pessoas: viver.
Martha se expõe em suas crônicas sem ser vulgar nem desnecessária, apenas mostrando aos outros o que ela tem de bom e pode dividir. Isso não seria exposição, mas sim compartilhamento. Ela compartilha e mostra sua personalidade cheia de arte, cultura e vida. Nos estimula a buscarmos nossa essência e pararmos para respirar e pensar um pouco, mesmo que estejamos nessa esquizofrênia chamada "vida moderna". Nos faz parar e olhar para os outros de verdade, repararmos nas pequenas coisas, e não levar a vida tão à sério.
Eu gostaria de ler todas as suas obras, mas infelizmente ainda não tive a oportunidade. Mas agora vou seguir o exemplo da própria Martha e dar uma dica: leiam Martha Medeiros. Leiam, leiam mesmo. Trem-bala, Non-stop, Topless, Doidas e Santas, Divã, Coisas da vida, De Cara Lavada... Enfim, leiam, aprendam, comentem, indiquem.
Se você ler Trem-bala, verá que as crônicas se mantém atuais mesmo cerca de dez anos depois. Ela é como uma versão feminina de Machado de Assis, porque, apesar de terem estilos diferentes, duvido que ambos deixem de ser atuais um dia. No meu ver, ela é brilhante, irreverente e única. Uma artista não só com "A" maiúsculo, mas que poderia ser toda escrita em maiúsculas. Uma escritora que sabe ser realista e romântica, prática e poética, genial e conselheira, ou seja, completa.
Depois disso tudo, só me resta uma coisa: agradecer. Obrigada, Martha. Por existir, por se interessar por arte, por ter tido coragem de procurar uma editora um dia, por ter essa essência incrível e dividí-la com seus leitores, e instigá-los a buscar sua própria essência. Obrigada por mesmo sem saber, servir de psicóloga, amiga e professora. E por fim, parabéns Martha. Por que? Por existir.
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